dedos discorrem e do que se moldura
deuses e demônios presentes
como em qualquer lavratura...
quando o tempo marujo chega e a hora é demasiada
cometo o pecado original do sem erro
me vicio, me formulo
como uma página virada
na borda da folha, percebo
nada é tão real que possa perdurar
nesse dia sem sol
a queda é um passo
entre a guerra e a dança, que saiamos ilesos
da falta de virtude sem fala
do pecado nomeado, do nó
não da embarcação
um sopro de vento
vai longe
e não se sabe mais...
.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
cada esquina tem seu canto
Cada esquina
se projeta ilesa
pelas horas silenciosas
dessa tarde que divaga
A fuga rotineira
dos corridos dias
contempla a cidade
vazia
.
.
se projeta ilesa
pelas horas silenciosas
dessa tarde que divaga
A fuga rotineira
dos corridos dias
contempla a cidade
vazia
.
.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Leve é a pena que transcreve no leito dos sonhos por vir
o motim do real contraposto assombra
a sombra do presente
mas do que vale a palavra se não surte efeito?
do que valem os sonhos sem a realidade eminente?
fazer da sombra leveza que contrapõe
regar os enseios como quem se dedica ao crescimento
urgir com o vigor as metas alcançadas
paLAVRA
faz do teu combate, luta que desarma
motim que emerge
da verdade que desloca
exala e modifica
pois leve é a pena.
o motim do real contraposto assombra
a sombra do presente
mas do que vale a palavra se não surte efeito?
do que valem os sonhos sem a realidade eminente?
fazer da sombra leveza que contrapõe
regar os enseios como quem se dedica ao crescimento
urgir com o vigor as metas alcançadas
paLAVRA
faz do teu combate, luta que desarma
motim que emerge
da verdade que desloca
exala e modifica
pois leve é a pena.
terça-feira, 26 de abril de 2011
sábado, 26 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Minhas palavras ao chegarem
por vezes soam ríspidas
como pedra de amolar faca
solto-as com a firmeza que julgo aguentar
penduro-as no ar
como quem projeta a imagem
que desfocada se faz
e somente julgo compreender
porque na desmazela
da furiosa ventania
prefiro me alimentar da verdade
dura e autêntica que amola facas
prefiro-as de frente
como que reluzindo sua existência
a ser o alvo do golpe
que no escuro inexplicável
se projeta
no escuro que pelas costas atinge
prefiro o golpe da verdade dura
à frustração de crer
numa verdade vã
por vezes soam ríspidas
como pedra de amolar faca
solto-as com a firmeza que julgo aguentar
penduro-as no ar
como quem projeta a imagem
que desfocada se faz
e somente julgo compreender
porque na desmazela
da furiosa ventania
prefiro me alimentar da verdade
dura e autêntica que amola facas
prefiro-as de frente
como que reluzindo sua existência
a ser o alvo do golpe
que no escuro inexplicável
se projeta
no escuro que pelas costas atinge
prefiro o golpe da verdade dura
à frustração de crer
numa verdade vã
Assinar:
Postagens (Atom)