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se cada passo segue sua rota
e a rota agora se faz
na permissão de sublimar
- o que me custa
num impulso leve
saltar?
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sexta-feira, 7 de outubro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
A ROTA DO PONTO
a roda da hora não espera nem demora
de ponto em ponto só repete
- cada ponto no seu lugar
um que corre, ligeiro segundo
o outro a divagar...
e só quando os passos
se põem à deriva
- não o ponto do ponteiro
mas a unidade desmedida
é que o tempo
vira dimensão
ao sabor da rota
que se alinhava
de um ponto que se pensa
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
multidão de um
acompanhe-te e descubra uma multidão
mais vale uma idéia advinda de ti
do que de um turbilhão
de faces inaudíveis
de frestas isoladas
do manto que cobre
a multidão de outros
que não tu...
acompanhe-te e descubra uma multidão
muitas vezes enfurecida
outras vezes canção
mas sempre tua
face de espelhos
sombras, anseios
um terreno isolado
a ser plantado
grãos
acompanhe-te e descubra uma multidão
mais vale uma idéia advinda de ti
do que de um turbilhão
de faces inaudíveis
de frestas isoladas
do manto que cobre
a multidão de outros
que não tu...
acompanhe-te e descubra uma multidão
muitas vezes enfurecida
outras vezes canção
mas sempre tua
face de espelhos
sombras, anseios
um terreno isolado
a ser plantado
grãos
acompanhe-te e descubra uma multidão
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
dedos discorrem e do que se moldura
deuses e demônios presentes
como em qualquer lavratura...
quando o tempo marujo chega e a hora é demasiada
cometo o pecado original do sem erro
me vicio, me formulo
como uma página virada
na borda da folha, percebo
nada é tão real que possa perdurar
nesse dia sem sol
a queda é um passo
entre a guerra e a dança, que saiamos ilesos
da falta de virtude sem fala
do pecado nomeado, do nó
não da embarcação
um sopro de vento
vai longe
e não se sabe mais...
deuses e demônios presentes
como em qualquer lavratura...
quando o tempo marujo chega e a hora é demasiada
cometo o pecado original do sem erro
me vicio, me formulo
como uma página virada
na borda da folha, percebo
nada é tão real que possa perdurar
nesse dia sem sol
a queda é um passo
entre a guerra e a dança, que saiamos ilesos
da falta de virtude sem fala
do pecado nomeado, do nó
não da embarcação
um sopro de vento
vai longe
e não se sabe mais...
terça-feira, 5 de julho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
cada esquina tem seu canto
Cada esquina
se projeta ilesa
pelas horas silenciosas
dessa tarde que divaga
A fuga rotineira
dos corridos dias
contempla a cidade
vazia
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se projeta ilesa
pelas horas silenciosas
dessa tarde que divaga
A fuga rotineira
dos corridos dias
contempla a cidade
vazia
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segunda-feira, 6 de junho de 2011
Leve é a pena que transcreve no leito dos sonhos por vir
o motim do real contraposto assombra
a sombra do presente
mas do que vale a palavra se não surte efeito?
do que valem os sonhos sem a realidade eminente?
fazer da sombra leveza que contrapõe
regar os enseios como quem se dedica ao crescimento
urgir com o vigor as metas alcançadas
paLAVRA
faz do teu combate, luta que desarma
motim que emerge
da verdade que desloca
exala e modifica
pois leve é a pena.
o motim do real contraposto assombra
a sombra do presente
mas do que vale a palavra se não surte efeito?
do que valem os sonhos sem a realidade eminente?
fazer da sombra leveza que contrapõe
regar os enseios como quem se dedica ao crescimento
urgir com o vigor as metas alcançadas
paLAVRA
faz do teu combate, luta que desarma
motim que emerge
da verdade que desloca
exala e modifica
pois leve é a pena.
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